terça-feira, 8 de fevereiro de 2011

Fluir Poesia

Eu quero ser poesia
Na poesia não tem regras
Na poesia não tem horários.


Eu olho pro meu pé e vejo a bolha de sangue. É o inicio da justificativa
De ser agora o meu único momento de vida sem dor!
Olhar para o mouse e ver um Mouse cinza enorme com patas roxas sujas
De repente meu pé está sendo arranhado,
Eu desmaio, e depois só acordo sem ele.
Eu estou na porta de uma UTI, vendo-me no coma.


Eu quero ser a poesia da minha metáfora,
Quero representar um signo pras minhas orelhas
Eu quero ser a cera do seu ouvido, pelo menos.
Quero ser o céu, quero ser azul, Azul molho, azul Heavy metal.
Quero ser o metal lubrificador dos seus olhos.


Quero ser poesia, pois só a poesia me diz o que sou sem conselhos.
És e vai!

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