Foi em outro lugar, outra dimensão, talvez, que tudo aconteceu. De repente estávamos nos fundindo. E fundindo os sentimentos, as vontades, as mesmas vozes de dentro da gente. E o que nos unia era nosso único sentimento. Eu e ele estávamos acabando de revolucionar a história das relações, inventando uma nova prática (tática) de prazer que não era nem gay, nem lésbica, muito menos heterossexual: era num Negócio Estranho.
Sentimentos previamente definidos, lugares a postos (desta vez BEM mais perto), vontades e quereres bem definidos e um prática ainda não apelidada foi feita. A coisa era tão boa que resolvemos a ela dar nome: ficou Negócio Estranho mesmo.
Algo perigoso, que deixa marcas, às vezes irresistível, às vezes cruel. Algo bom. É o que isso tudo me faz sentir: ele me faz bem. Você me faz bem, nossas esperanças me fazem bem, nossas vontades me dão sorriso no rosto, nossa única voz interna gritava... e gritou. Da minha parte gritou bem mais longe, se espalhou, comunicou (descupa!) e transmitirá a todos a certeza desse nosso amor.
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