Conto hoje com minha mãe, minha vó e alguns parentes agradáveis, uns livros que cabem na minha mochila, vista por mim marrom (só por mim), uns 5 gigas de umas boas músicas, um celular com fone e meu censo desconfiado e medroso, digo cuidadoso, que sempre vê perigo no desconhecido. Tenho uns defeitos que dão baixa estima em momentos de superação emocional. Tenho 17 bem vividos, não o tanto aproveitados quanto queria que fossem. Tenho algumas pessoas em que confio segredos que não quero que sejam segredos. Não falei do que mais tenho: SONHOS. Até porque, eles são as partículas que me formam...
Lotado de sentimentos que armazeno sem causa, devido minha educação emocional, me ponho a escrever, compor sons que me consolem, me hibernem, fico a imaginar a causa de tão louca solidão, agradável, concluo. Sou fruto de um Brasil hipócrita e me formei sob e sobre indignações sociais. Vejo na minha família a causa de tão pura indignação, vejo na sorte uma provável felicidade, vejo na ousadia a concreta felicidade. Medos? Talvez de estar errado, meu maior. Ponho toda a minha vida às minhas conclusões...
Versátil da maneira mais diversificada, vivo numa constante mudança de sensações, ora numa pólo curta e justa com uma calça justa meio skinny, dum homossexualismo comovido, ora com blusas largas e longas com a mesma calça, cabelo molhado e chacoalhado e barba cultivada, de um rockismo convincente.
Faço cursinho pré-vestibular e não tem como esquecer de Gil Vicente, vejo a toda hora vários tipos na sala, o grupinho das meninas e meninos "Sou rico e posso fazer o que quero", idiotas que não tem nenhuma ideia na cabeça a não ser "baladinhas" e "minas" ou "carinhas"; temos os nerdinhos que não tem um pingo de personalidade, é aquele que sempre puxa o saco do professor de biologia, lê livros em inglês, e despreza os que tem um QI atrofiado em comparação à eles; ah! como esquecer: "Los idiotas", tem que ter sempre, o "gaiatinho" com aqueles comentários de morder guardanapo. Como eu canso disso, ponho The Hives e ignoro aquele mundo.
Ainda não descobri a Verdade do Mundo, como já diziam os Detonautas. Ás vezes quando era criança, pensava que estava em um lugar e todos estavam ali para me testar, eu estava vivendo com um complô, imagino aí a gênese do meu inseparável mal de perseguição, acho que sofria de um egocentrismo tremendo. Era engraçado minhas alucinações, por não ter tido pai, e ter que encarar a má vontade de minha mãe em tratar do assunto, imaginava N mentiras que poderiam ser escondidas, talvez meu pai fosse meu professor, ou talvez eu tio fosse meu pai e eles me enganam, será que eu não sou adotado e escondem isso de mim... enfim, fértil imaginação.
Encaro a vida sem muitas dificuldades e dores. Me acho meio corajoso em certas atitudes que as vezes queria que acontecesse algo pra poder saber o potencial da minha coragem. Como todo 7teen, busco minha felicidade em algo. Comigo não em orgasmos, acho-me em sons, músicas. O violão é o melhor conselheiro que existe, pode crer. Nele você cria a melodia certa para o momento certo. E nessa troca de acordes, levo as diferênças e as dificuldades de todo 7teen. So Long!
gostei do que li abraço
ResponderExcluirass felipe césar
Sua apresentação pessoal é uma prova que encontrei um parceiro ideal para percorrer o mundo das palavras e das noticias.
ResponderExcluirVamos fazer do mundo jornalístico um lugar também ocupado pelos AGUIAR.
E não se preocupe em descobrir a verdade do mundo, pois ela revela-se a todo instante e a gente a capta no momento certo. Você vai ver.
Outra preocupação que vc pode tirar da sua cabeça. Seu Tio não é seu pai no sentido formal da palavra, mas pode considerar cada um de nós como seu PAI, pois o amor que temos por vc permite que cada um de nós, seus Tios, nos consideremos seu PAI.
Abração
Saudades